quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Veja os principais destaques de cada bloco do debate entre os candidatos à Presidência Aécio Neves, Dilma Rousseff, Eduardo Jorge, Levy Fidelix, Luciana Genro, Marina Silva e Pastor Everaldo terão duas horas para exporem suas ideias. Esse é o último encontro dos presidenciáveis antes do primeiro turno

 (REUTERS/Ricardo Moraes )Considerações finais
Nas considerações finais, Pastor Everaldo atacou Dilma, dizendo que a Constituição Brasileira diz que é princípio das relações internacionais repudiar o terrorismo e o racismo e lamentou declarações de Dilma na ONU que “defendeu diálogo com terroristas”. Marina preferiu falar direito ao eleitor. Disse que a sociedade brasileira tem um desejo profundo de mudança e se colocou como solução. Depois afirmou que Dilma se recusou a assinar acordo para proteger as florestas do Brasil e convidou o eleitor a votar no dia 5 “sem medo”. Levy disse que jamais incitou ódio e rancor contra ninguém e apontou a inversão de valores no país. Agradeceu e disse que sabe que não vai ganhar.

Dilma destacou a importância das eleições e disse que tem mais experiência, capacidade e compromisso com os trabalhadores. Além de apoio e força política no Congresso para fazer reformas, além de força para projetar país no cenário internacional. Eduardo Jorge destacou que pretender enfrentar o “consumismo materialista do capitalista” e clamou pelo voto no primeiro turno, para poder ter influência no segundo turno.

O tucano Aécio Neves destacou o batizado de seus filhos em São João del Rey e de agradeceu os brasileiros. “Eu acredito e acredito muito que podemos fazer um governo transformador”, entende Aécio, que também pediu o voto. Por fim, Luciana Genro também pediu o voto na candidatura dela, que “vocaliza” as bandeiras da juventude, movimento sindical, trabalhadores sem-terra e movimento LGBT.


4º bloco

Política ambiental e reforma tributária
Novamente com temas preestabelecidos, o quarto bloco fez com que o embate entre os candidatos desse uma trégua para o tema corrupção. O bloco começou com Dilma perguntando a Aécio sobre sua política ambiental. Ela disse que seu governo reduziu o desmatamento e os gases do efeito estufa. Aécio contestou. Segundo o tucano, o governo do PT teve a volta do problema das matas devastadas. “E precisamos mudar rapidamente a matriz energética, o que seu governo não fez. Temos potencial para a energia eólica e potencial para geração de biomassa. A senhora não conseguiu fazer”, afirmou o tucano. Dilma respondeu que 79% da matriz energética do Brasil é ambientalmente correta e que o Brasil reduziu por ano 600 toneladas de dióxido de carbono. Aécio disse que quer governar para reestabelecer a previsibilidade no país e que está preparado para discutir isso no segundo turno.

Em debate com Pastor Everaldo, Marina disse que vai fazer a reforma tributária com simplificação, justiça e transparência. “Hoje o cidadão que paga seus impostos quando vai ao supermercado não sabe que está pagando mais imposto do que quem tem avião ou um iate”, disse. Ao falar sobre capital privado, Marina usou a pergunta para Eduardo Jorge para dizer que hoje a realidade é de baixo investimento no Brasil e prometer que vai trabalhar para manter os juros baixos.

Respondendo Luciana Genro sobre a taxação das grandes fortunas, Dilma disse que eu governo incluiu os pobres no orçamento e demonstrou que as políticas sociais são o centro. “Se tem um governo que pode se orgulhar das políticas sociais que fez é o nosso”, afirmou. Apontou ainda as desonerações da cesta básica, na folha de pagamento e em bens ‘fundamentais na vida da dona de casa”.

3º bloco

Privatizações, programa habitacional e taxa de juros
No terceiro bloco os temas voltaram a ser livres e quem fez a primeira pergunta foi Luciana Genro, que questionou Aécio Neves sobre privatizações. O debate entre os dois ficou ríspido, com acusações de ambas as partes e Luciana interrompeu a fala do tucano falando para ele não levantar o dedo para ela. “Quem não tem conexão com a realidade é você. Você que anda de jatinho e ganha um grande salário e não sabe a realidade do povo”, atacou Luciana. “Não seja leviana”, rebateu o tucano.

A segunda pergunta foi de Dilma para Aécio, que questionou os planos de Aécio para o Minha Casa, Minha Vida. O tucano disse que pretende aumentar o número de moradias para a população na faixa de três salários mínimos. “Aprendi muito cedo na administração pública que bons projetos devem ser aprimorados e reconhecidos, como o Bolsa Família que foi aprimorado”, afirmou Aécio. Dilma, por sua vez, rebateu dizendo que Aécio conhece o Minha Casa, Minha Vida. Já Aécio defendeu o pionerismo de programas sociais, que na visão dele, foram implantados durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Marina e Dilma voltaram a bater boca, quando a candidata do PSB questionou a petista pelo fato de ela não ter apresentado seu programa de governo. Disse ainda que ela não cumpriu promessas de campanha como abaixar juros e combater a corrupção. “Eu apresentei (programa). Você e Aécio não”, afirmou Marina.

Dilma disse acreditar ter cumprido todos os compromissos. “Hoje o Brasil pratica a menor taxa de juros da história e nunca houve um governo que combateu tanto a corrupção, não varri para debaixo do tapete nem engavetei”, rebateu. A petista disse ter dado autonomia ao Ministério Público e não nomeado um engavetador geral e aproveitou para questionar se os adversários, que dizem que irão continuar os programas sociais do governo, podem fazer isso melhor do que quem os construiu. Marina afirmou que Dilma não cumpriu os compromissos de campanha e não regulamentou lei aprovada no Congresso de combate à corrupção. “A corrupção foi varrida para debaixo do tapete”, acusou.

Pastor Everaldo voltou a falar de corrupção quando teve a oportunidade de perguntar e escolheu Marina Silva. Ambos atacaram a corrupção na Petrobras. Na última pergunta do terceiro bloco Aécio perguntou para Dilma. O tucano criticou a inflação e o crescimento do PIB e perguntou se a petista fracassou na condução da economia.

Dilma acusou o PSDB de ter quebrado o país três vezes e critica Arminio Fraga, apontado como provável Ministro da Fazenda de Aécio, que praticou alta de inflação acima da meta em 2001. “O senhor nega a realidade do que aconteceu no Brasil quando vocês foram governo”. Dilma citou desemprego e taxa Selic elevados, além do que ela considerou “se colocar de joelhos” diante do Fundo Monetário Internacional (FMI). Aécio respondeu que o PSDB reduziu a inflação que era de 916% ao ano para 7% ao ano. Na tréplica, Dilma criticou a proposta de Aécio de fornecimento de remédios dizendo que isso já é feito em seu governo.

2º bloco

Troca de acusações
O segundo bloco teve o primeiro embate direto entre os três principais candidatos. Primeiro, entre o senador Aécio Neves (PSDB) e a presidente Dilma Rousseff (PT), que mais uma vez, quando o tema era o papel das estatais, trocaram acusações sobre a Petrobras. Aécio lembrou que a petista nomeou o diretor da estatal Paulo Roberto Costa, que está preso, e disse que a petista não explicou quais foram os relevantes serviços que ele prestou. “Candidata a senhora acaba de dizer que o seu ministro de Minas e Energia chamou o Paulo e pediu para ele pedir demissão?”, questionou. Já Dilma disse que o governo tucano no Palácio do Planalto foi o das privatizações e que Aécio sempre as defendeu. A petista afirmou ainda que há pessoas que combatem a corrupção da Petrobrás com a intenção de enfraquece-la para privatizá-la. Aécio rebateu, dizendo que os tucanos privatizaram o que era preciso.

Já a briga entre Marina e Dilma foi por causa da proposta da candidata do PSB de dar autonomia ao Banco Central. Marina questionou a petista, dizendo que ela defendeu a mesma autonomia em 2010, quando concorreu contra o tucano José Serra. “Qual Dilma fala agora?”, questionou. A presidente rebateu, afirmando que Marina está deliberadamente confundindo autonomia e independência. “No seu programa está escrito de forma clara, independência do Banco Central. Eu respeito autonomia. Só não acho que ela tenha que ser legalizada. Tem que ser uma opção dos governos”, afirmou, emendando que independência só os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) podem ter. A petista atacou mais uma vez, dizendo que Marina devia ler o que escreveram no programa de governo dela.

Marina citou o fato de Dilma, ao ser eleita presidente, não ter ocupado antes mandatos eletivos, nem mesmo de vereadora, e disse que quem fala é a presidente das eleições e não das convicções. “Essa acha que autonomia do Banco Central é ser independente. A autonomia é para combater a inflação alta do seu governo”, rebateu. Dilma se mostrou indignada e perguntou a adversária onde está escrito que é preciso ter sido vereadora para ser presidente.
No segundo bloco, o mediador do debate, Wlian Bonner, interrompeu a pergunta do pastor Everaldo para Aécio Neves, pois o pastor desobedeceu as regras ao elaborar uma questão sobre o Porgrama de Aceleração do Crescimento (PAC) ao invés de perguntar sobre previdência. O pastor ficou desconcertado e fez uma pergunta vazia: "O que o senhor pensa sobre a previdência no Brasil?".

1º bloco


Corrupção, Petrobras e uso dos Correios na campanha do PT

O primeiro bloco do debate entre os candidatos à Presidência começou com uma série de ataques a casos recentes de corrupção. Na primeira pergunta, a candidata do PSOL, Luciana Genro, questionou a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, se o escândalo da Petrobras é resultado das relações do PT com a direita. Em sua resposta, a petista destacou medidas que adotou para combater a corrupção e disse que demitiu o diretor da estatal, Paulo Roberto Costa. “Não tem ninguém acima da corrupção, todo mundo pode cometer, as instituições que devem investigar”, afirmou a petista.

O tema da corrupção seguiu na pergunta do Pastor Everaldo (PSC), que levantou a bola para o candidato Aécio Neves (PSDB), perguntado ao tucano sobre as denúncias de uso da máquina pública envolvendo o PT e os Correios. Aécio disse que “a Petrobras deixou as páginas de economia dos jornais para as policiais” e defendeu a eleição de Pimenta da Veiga (PSDB) em Minas Gerais alegando que o PT não pode controlar estatais como Cemig e Copasa. “O PT perdeu a capacidade de governar”, voltou a dizer o tucano.

Em sua pergunta, Aécio escolheu sua concorrente direta por uma vaga no segundo turno, Marina Silva (PSB) e questionou a ex-ministra sobre sua teoria de “nova política”. “A nova política estava na postura de que mesmo estando em um partido, nunca se rendeu aquilo que é ilícito e ilegal, como é o caso de Mensalão. Você também esteve no partido que começou o Mensalão, que foi a compra da reeleição. E você mesmo continuou no partido. Pessoas boas existem em todos partidos, e pessoas que cometem erros, como nos Mensalões do PT e do PSDB, também existem”, respondeu Marina.

O fim do primeiro bloco foi dominado pelos nanicos, que cobraram de Levy Fidelix (PRTB) por sua declaração no último debate, no qual condenou relações homossexuais dizendo que aparelho excretor não se reproduz”. Eduardo Jorge (PV) o provocou a pedir desculpas pela fala e Fidelix rebateu. Disse que ele é quem devia se envergonhar por fazer apologia a crimes como o uso de maconha e outras drogas. Eduardo Jorge disse que Fidelix está sendo processado pela declaração homofóbica e que vai testemunhar na Justiça contra ele. Quando pensou que ia se livrar do tema, perguntando a Luciana Genro (PSOL) se ela cumpriria um acordo de não perguntar sobre economia, a socialista atacou: “Tu apavorou, chocou, ofendeu e humilhou milhares com seu discurso homofóbico”

Regras do debate

O último debate entre os candidatos à Presidência antes do primeiro turno, transmitido pela TV Globo, terá quatro blocos e duas horas de duração. No primeiro bloco, os candidatos podem fazer perguntas sobre temas livres.

Participam do debate os candidatos cujos partidos possuem representação na Câmara dos Deputados: Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL), Marina Silva (PSB) e Pastor Everaldo (PSC).

No segundo e no quarto blocos, o mediador sorteará temas específicos.

No terceiro os candidatos poderão escolher temas livres mais uma vez.

Cada candidato terá 30 segundos para formular a pergunta, um minuto e 30 segundos para a resposta, 40 segundos para réplica e 40 segundos para tréplica. O quarto bloco será destinado também às considerações finais dos presidenciáveis. matéria do G1

Datafolha para a presidência: Dilma tem 40%, Marina Silva, soma 24% e Aécio Neves,21%


Datafolha para a presidência: Dilma tem 40%, Marina Silva, soma 24% e Aécio Neves,21%
Foto: Montagem sobre reprodução  / YouTube Pesquisa Datafolha para a presidência mostra que a presidente Dilma Rousseff, do PT, tem 40% das intenções de voto, Marina Silva, do PSB, 24% e Aécio Neves, do PSDB, 21%. Pastor Everaldo, do PSC, Luciana Genro, do PSOL, e Eduardo Jorge, do PV, tem 1% cada. Zé Maria, do PSTU, Rui Costa Pimenta, PCO, Eymael do PSDC, Levy Fidelix, do PRTB e Mauro Iasi, do PCB, somam juntos 1%.O Datafolha ouviu 12.022 eleitores nos dias 01 e 02 de outubro em 433 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00933/2014. matéria do G1

Veículo pega fogo após capotar no bairro Nova Betânia em Mossoró RN

Um veículo tipo Corola de cor prata e placas NNK-1173,pegou fogo após capotar na rua Antônio Vieira de Sá no bairro Nova Betânia em Mossoró no Rio Grande do Norte.

O fato foi registrado na noite desta Quarta -Feira 01 de Outubro de 2014, quando o motorista perdeu o controle da direção,após ser trancado por outro carro, bateu na calçada e capotou.

Quando o condutor conseguiu sair do veículo,o carro pegou fogo,mas ele não se machucou. O corpo de Bombeiros e Samu foram acionados ao local. matéria do CAMERA2

Número de atentados em Santa Catarina sobe para 52, segundo PM Na madrugada, veículos foram incendiados e casa de agente, alvejada.

Incêndios a veículos e tiros em carros e casas de agentes da segurança pública novamente foram registrados na noite de quarta-feira (1) e madrugada desta quinta (2) em Santa Catarina.
Com
esses novos atentados, subiu para 52 o números de ataques registrados no estado desde sexta (26), segundo a Polícia Militar. No total, 21 suspeitos foram presos e oito adolescentes apreendidos.

Blumenau registrou primeiro ataque nesta madrugada (Foto: Jaime Batista da Silva/Divulgação)Blumenau registrou primeiro ataque nesta madrugada (Foto: Jaime Batista da Silva/Divulgação)
A PM registra ocorrências como incêndios a ônibus, tiros contra bases da segurança pública, casas de policiais e viaturas desde o dia 26 de setembro. Conforme o relatório, 21 cidades tiveram registros de atentados. A guarita do Centro Administrativo do Governo de Santa Catarina foi alvo de tiros nesta madrugada. Ninguém ficou ferido.
Moto de policial militar foi incendiada em Florianópolis (Foto: Naim Campos/RBS TV)Moto de policial militar foi incendiada em
Florianópolis (Foto: Naim Campos/RBS TV)
Madrugada
A última ocorrência foi em Florianópolis, onde dois veículos de policiais militares foram incendiados por volta de 4h10. O crime foi confirmado pela guarnição, que encontrou o automóvel Golf e uma moto queimados. Ambos tinham danos de pequenas proporções. A ocorrência foi no bairro Canasvieiras, no Norte da Ilha.
A guarita dos fundos do Centro Administrativo do Governo do Estado de Santa Catarina foi alvo de tiros por volta das 2h30 em Florianópolis. Segundo a RBS TV, cerca de 10 disparos foram feitos e ninguém ficou ferido.
Perto de 0h, a casa de um agente prisional foi alvo de tiros na localidade de Vargem do Bom Jesus, em Florianópolis. De acordo com o 21º Batalhão da PM, ninguém ficou ferido. Não havia informações sobre quantos criminosos participaram da ação.
Coletivo ficou totalmente destruído em Blumenau (Foto: Jaime Batista da Silva/Divulgação)Coletivo ficou totalmente destruído em Blumenau
(Foto: Jaime Batista da Silva/Divulgação)
Em Blumenau, no Vale do Itajaí, registrou o primeiro ataque nesta quarta. Um ônibus coletivo foi incendiado também próximo das 0h no bairro Testo Salto. O motorista relatou à PM que, ao chegar em um ponto, enquanto passageiros desembarcavam, dois homens, um deles armado, ordenaram que todos descessem do veículo. Em seguida, colocaram fogo no coletivo, que ficou destruído. Por volta das 23h50, policiais encontraram uma moto com placas de Gaspar abandonada. Próximo ao veículo, foram encontradas duas garrafas de plástico com gasolina.
Uma tentativa de incêndio a ônibus foi registrada em Campos Novos, no Oeste, por volta de 1h. Na rodoviária da cidade, no bairro Sebastião, um dos veículos que estava estacionado foi alvo de coquetéis molotov, que bateram nas janelas e não chegaram a entrar nos ônibus. De acordo com a Polícia Militar, o fogo foi apagado e o veículo não foi danificado. Não havia informações sobre quantos criminosos participaram da tentativa de incêndio. Os bombeiros estiveram no local e ajudaram a conter as chamas. matéria do G1

México captura Héctor Leyva, um dos traficantes mais procurados no país Ele foi detido em restaurante da turística cidade de San Miguel de Allende.

Héctor Beltrán Leyva, líder do cartel de drogas Beltran Leyva, foi preso no México. (Foto: Procuradoria-Geral / Via AFP Photo)Héctor Beltrán Leyva, líder do cartel de drogas Beltran Leyva, foi preso no México. (Foto: Procuradoria-Geral / Via AFP Photo)
Soldados mexicanos prenderam Héctor Beltrán Leyva, um dos traficantes mais procurados do México e líder do cartel que leva seu sobrenome, informou nesta quarta-feira (1º) a procuradoria-geral.
Héctor Beltrán foi detido em um restaurante da turística cidade de San Miguel de Allende, no centro do país, informou Tomás Zerón, diretor da agência de investigação criminal da procuradoria.
Beltrán, conhecido por "El H", foi capturado sem qualquer resistência, após 11 meses de investigação.
Zerón afirmou que Beltrán Leyva é um dos principais narcotraficantes do México, dedicado especialmente ao tráfico de cocaína para Estados Unidos e Europa. El H liderava o cartel dos Beltrán Leyva desde a morte de seu irmão Arturo, liquidado durante uma operação da Marinha no final de 2009, na cidade de Cuernavaca, 60 km da capital.
Os outros dois irmãos Beltrán Leyva - Alfredo e Carlos - estão presos.
Héctor Beltrán Leyva, 49 anos, tinha a cabeça a prêmio por 30 milhões de pesos (US$ 2,2 milhões) no México e por US$ 5 milhões nos EUA. matéria do G1

Aécio e Marina travam disputa e mobilizam aliados para garantir votos de indecisos


A ex-senadora, atual segunda colocada, de acordo
com
as pesquisas, está em curva descendente, depois de se tornar alvo preferencial do tucano



Amanda AlmeidaNa corrida contra o tempo para consolidar a arrancada final e chegar ao segundo turno, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, aposta em um conjunto de estratégias para ultrapassar Marina Silva (PSB). A ex-senadora, atual segunda colocada, de acordo com as pesquisas, está em curva descendente, depois de se tornar alvo preferencial do tucano e da presidente Dilma Rousseff (PT). Além das iniciativas da campanha, como a priorização da Região Sudeste e a manutenção dos ataques às rivais, Aécio se agarra à avaliação de especialistas de que a última semana é quando o eleitor está mais atento à disputa.                       Horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão termina nesta quinta Marina e Aécio batem Dilma em número de fãs nas redes sociais Aécio Neves promete dar dignidade aos idosos e apoiar os municípios Marina diz que está no segundo turno e promete 10% da arrecadação à saúde Já o comando de campanha da socialista ampara-se em pesquisas internas que apontam o estancamento da queda de Marina na corrida eleitoral. Com isso, os marineiros apostam que é ela, e não Aécio, que seguirá para uma nova disputa contra Dilma Rousseff. Para isso, contudo, a campanha do PSB precisa descobrir como se defender dos ataques da petista, coisa que não soube fazer até o momento. Segundo o coordenador-geral da campanha de Marina, Walter Feldmann, “o PT está mantendo uma lógica cínica e mentirosa para desconstruir a candidata mais consistente para derrubar Dilma Rousseff”.

Um dos coordenadores da campanha de Marina, deputado Márcio França (PSB-SP), afirma que, nas pesquisas internas feitas pelo PSB, está consolidada a vantagem de seis pontos percentuais da ex-senadora sobre Aécio, o que, em termos numéricos, significa 6,5 milhões de votos. “Para nós, não há o que discutir. O que precisamos, agora, é planejar o segundo turno. E a presidente Dilma tem de se preparar para enfrentar uma candidata com 10 minutos de tempo de televisão, em vez dos dois minutos que temos atualmente”, provocou França.

Embora sem campanha nas ruas hoje, o dia é considerado decisivo por aliados de Aécio. O último debate, à noite na TV Globo, é historicamente o mais assistido pelo eleitor (leia mais na página 3). Além disso, também hoje, será exibido o último programa do horário gratuito. Nos dois, o tucano reforçará a estratégia considerada bem-sucedida por sua equipe de atacar a gestão petista — explorando as denúncias de corrupção — e de associar Marina ao PT. Contra a ex-senadora, Aécio repetirá ainda que, ao mudar de ideia sobre alguns assuntos durante a campanha, como ao retirar o apoio a propostas para a comunidade LGBT, ela não representa uma alternativa segura para quem se cansou do governo petista.

Nas ruas hoje, Aécio espera a atuação da militância do PSDB nas cidades, que, para a campanha tucana, voltou a se entusiasmar com a corrida presidencial nas duas últimas semanas. “Nos últimos dias, houve um aumento muito grande da energia de nossos candidatos a deputado federal, estadual, governadores e os nossos prefeitos. A campanha pegou fogo. E nós vamos para o segundo turno, pois temos a candidatura que está crescendo nesta reta final”, diz o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), candidato a vice.
Um dos coordenadores da campanha de Marina, deputado Márcio França (PSB-SP), afirma que, nas pesquisas internas feitas pelo PSB, está consolidada a vantagem de seis pontos percentuais da ex-senadora sobre Aécio, o que, em termos numéricos, significa 6,5 milhões de votos. “Para nós, não há o que discutir. O que precisamos, agora, é planejar o segundo turno. E a presidente Dilma tem de se preparar para enfrentar uma candidata com 10 minutos de tempo de televisão, em vez dos dois minutos que temos atualmente”, provocou França.

Embora sem campanha nas ruas hoje, o dia é considerado decisivo por aliados de Aécio. O último debate, à noite na TV Globo, é historicamente o mais assistido pelo eleitor (leia mais na página 3). Além disso, também hoje, será exibido o último programa do horário gratuito. Nos dois, o tucano reforçará a estratégia considerada bem-sucedida por sua equipe de atacar a gestão petista — explorando as denúncias de corrupção — e de associar Marina ao PT. Contra a ex-senadora, Aécio repetirá ainda que, ao mudar de ideia sobre alguns assuntos durante a campanha, como ao retirar o apoio a propostas para a comunidade LGBT, ela não representa uma alternativa segura para quem se cansou do governo petista.

Nas ruas hoje, Aécio espera a atuação da militância do PSDB nas cidades, que, para a campanha tucana, voltou a se entusiasmar com a corrida presidencial nas duas últimas semanas. “Nos últimos dias, houve um aumento muito grande da energia de nossos candidatos a deputado federal, estadual, governadores e os nossos prefeitos. A campanha pegou fogo. E nós vamos para o segundo turno, pois temos a candidatura que está crescendo nesta reta final”, diz o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), candidato a vice.

A presidente tem 40% das intenções de voto; Marina, 25%; e o tucano, 20% (Arte/CB/D.A Press)
A presidente tem 40% das intenções de voto; Marina, 25%; e o tucano, 20%


A outra estratégia é manter o foco na Região Sudeste. Aécio passou a quarta-feira em Minas, onde voltará no sábado, último dia permitido pela Justiça eleitoral para campanha na rua. De acordo com o coordenador da campanha tucana, senador José Agripino Maia (DEM-RN), ele fará caminhada em cinco cidades da Grande Belo Horizonte. Segundo o Datafolha, ele aparece em terceiro lugar nas regiões metropolitanas do país, com 18% das intenções de voto. O percentual ainda está dois pontos atrás do que tinha antes da entrada de Marina na disputa. Como ele conseguiu recuperar o mesmo percentual, ou maiores, em outros grupos (veja quadro), a campanha acredita que há margem para crescimento. Ao investir em Minas, Aécio tenta ainda recuperar votos que perdeu no estado.

Avaliação

De acordo com o Datafolha, em pesquisa feita em 29 e 30 de setembro, a disputa se acirrou. A presidente tem 40% das intenções de voto; Marina, 25%; e o tucano, 20%.

Para Paulo Calmon, professor do Instituto de Ciência Política da UnB, “o processo de formação da decisão do voto” varia ao longo dos três meses de campanha e a última semana é a que o eleitor está mais atento à necessidade de escolher um candidato. “Às vésperas da votação, há movimentos importantes na preferência do eleitorado. Pode haver um fato decisivo que inverta a posição de Aécio e Marina”, diz Calmon. Para ele, a queda da ex-senadora ocorreu por uma série de fatores. “Parte do eleitorado foi impactado pelos ataques do PT e PSDB. Outra decidiu votar na Marina depois da morte de Campos, mas acabou mudando de ideia ao conhecer as propostas dela.”

Vaivém das pesquisas

A três dias das eleições, Aécio e Marina travam uma batalha para disputar o segundo turno contra a presidente Dilma. Confira as mudanças nos últimos 30 dias, em grupos específicos, ocorridas entre o tucano e a socialista nas intenções de voto.

Regiões do país
» A maior inversão nas intenções de voto em Marina e Aécio ocorreu na Região Sul. No melhor momento da ex-senadora, entre 1º e 3 de setembro, de acordo com o Datafolha, ela tinha 16 pontos percentuais de vantagem sobre o tucano. Na última sondagem, em 29 e 30 de setembro, Aécio conseguiu 10 pontos percentuais a mais que Marina e está em segundo lugar. No Sudeste, que concentra quase metade do eleitorado, Marina abriu dianteira de 19 de pontos percentuais sobre Aécio no início do mês passado. Agora, a diferença é de apenas 4 pontos

Religião

» Sob essa perspectiva, Aécio conseguiu a maior arrancada entre os católicos. Entre 1º e 3 de setembro, ele estava 16 pontos percentuais atrás de Marina. Agora, o cenário é outro e o tucano está 2 pontos à frente de Marina. O senador também tem vantagem entre os espíritas: 5 pontos percentuais a mais que a candidata do PSB. Entre os evangélicos, Marina continua em vantagem, mas houve queda da diferença. Em 1º e 3 de setembro, ela tinha vantagem de 29 pontos percentuais entre os pentecostais. Agora, são 23

Idade

» A maior mudança ao longo da campanha ocorreu entre os jovens. Entre 1º e 3 de setembro, Marina abriu 24 pontos percentuais de vantagem sobre Aécio entre as faixas etárias de 16 a 24 anos e de 25 a 34 anos. A ex-senadora continua na frente. Mas hoje a diferença caiu mais da metade. É de 10 e 9 pontos percentuais, respectivamente, nessas faixas. Aécio só está na frente entre as pessoas com mais de 60 anos, com três pontos percentuais a mais que a ex-senadora

Escolaridade

» Marina perdeu voto entre os mais escolarizados. Entre pessoas com ensino superior, a ex-senadora abriu vantagem de 23 pontos percentuais sobre Aécio em seu melhor momento. Atualmente, a diferença caiu para apenas 4 pontos percentuais. A queda ocorreu também entre pessoas com ensino fundamental e médio. No último grupo, enquanto Marina tinha 37% entre 1º e 3 de setembro, agora tem 27%. No mesmo período, Aécio cresceu de 15% para 20%

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Renda

» Marina segue na frente entre as pessoas que ganham até 10 salários mínimos. Mas a vantagem diminuiu nos grupos que ganham essa renda. A maior mudança foi entre os eleitores que recebem de 5 a 10 mínimos. Ela tinha 21 pontos percentuais a mais que Aécio entre 1º e 3 de setembro. Agora, a diferença é de dois pontos. Já entre os eleitores com mais de 10 salários mínimos, Aécio está à frente inclusive da presidente. Ele tem hoje 39%, Marina, 30%, e Dilma, 22%
 

Menina sem dedos ganha prótese feita em impressora 3D por R$ 200 Escocesa Hayley Fraser, de 5 anos, agora pode andar de bicicleta e pintar as unhas.

Hayley nasceu com um problema de saúde congênito na mão esquerda que a deixou sem dedos. (Foto: BBC)Hayley nasceu
com
um problema de saúde congênito na mão esquerda que a deixou sem dedos. (Foto: BBC)
Um mão biônica de plástico feita por uma impressora 3D mudou a vida da menina escocesa Hayley Fraser.Hayley nasceu com um problema de saúde congênito na mão esquerda que a deixou sem dedos. Veja o vídeo.
Médicos chegaram a sugerir uma cirurgia que retiraria um dedo do pé para ser usado na mão - mas os país acharam que ela ainda era muito pequena para esse tipo de procedimento.
Pesquisando na internet, os pais chegaram à prótese, feita por uma empresa americana ao custo do equivalente a R$ 200.
Com a nova prótese, de cor rosa, ela pode andar de bicicleta e pintar as unhas.Médicos chegaram a sugerir uma cirurgia que retiraria um dedo do pé para ser usado na mão - mas os país acharam que ela ainda era muito pequena para esse tipo de procedimento. (Foto: BBC) matéria do G1

Marinha, Exército e Aeronáutica atuarão nas Eleições de domingo Cerca de 30 mil homens da Marinha, do Exército e da Força Aérea vão atuar no apoio à realização das Eleições Gerais de 2014, marcada para próximo domingo, 5 de outubro.




Os militares vão auxiliar a Justiça Eleitoral no apoio logístico, levando equipamentos e pessoal a locais longínquos e isolados, e também assegurando a normalidade na votação e apuração do pleito em Municípios indicados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Pelo menos 342 localidades de 15 Estados contarão
com
o suporte das Forças Armadas.



Em 254 Municípios de 11 Estados haverá operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Já em 88 localidades de cinco Estados haverá apoio logístico, inclusive com o emprego de aeronaves, helicópteros, embarcações leves e médias, caminhões e veículos leves.
O apoio militar à realização das eleições é prevista constitucionalmente e pela legislação ordinária. As regras de engajamento das Forças Armadas foram definidas em julho último, quando o ministro da Defesa, Celso Amorim, e presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, assinaram acordo de cooperação com as regras de engajamento dos militares no pleito de 2014.
Tanto o apoio logístico como o de segurança são solicitados pela Justiça Eleitoral nos Estados. Os pedidos são submetidos à análise do TSE e, caso aprovadas, encaminhadas ao Ministério da Defesa. O Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) é o órgão responsável pelo planejamento e execução das operações nas eleições de 2014.
Da Agência CNM, com informações do Ministério da Defesa