sexta-feira, 19 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Apesar da trégua, premiê da Ucrânia recomenda prontidão do Exército Cessar-fogo dura 12 dias com os separatistas no leste do país.
Bombeiros trabalham em edifício incendiado após bombardeio na cidade de Donetsk, leste da Ucrânia (Foto: Darko Vojinovic/AP)
saiba maisO primeiro-ministro da Ucrânia recomendou ao Ministério da Defesa nesta quarta-feira (17) que garanta que as forças do governo estejam em alerta máximo para combate, apesar de um cessar-fogo de 12 dias
"A Rússia não vai nos deixar em paz, por isso estou pedindo ao ministro da Defesa que esteja em plena prontidão para a batalha", disse Arseny Yatseniuk em comentários que mantêm a atitude beligerante que ele vem adotando em relação às negociações com rebeldes separatistas no leste da Ucrânia.
Pôr em prática o plano de paz do presidente Petro Poroshenko não significa que os "ministérios da Defesa e do Interior relaxem no trabalho", disse ele. "Total prontidão. Nós não podemos acreditar em ninguém, especialmente os russos."
Acordos
A Ucrânia ratificou nesta terça-feira um acordo abrangente com a União Europeia, tema no cerne da crise entre a Rússia e o Ocidente sobre o futuro ucraniano, e buscou conter o impulso separatista dos rebeldes apoiados por Moscou acenando com uma autonomia temporária e limitada.
Mas, embora o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, tenha saboreado uma vitória histórica com a aprovação parlamentar ao acordo com a UE, seus esforços de pacificação atraíram o desprezo dos separatistas e de alguns políticos de destaque, e as Forças Armadas relataram mais três mortes de soldados ucranianos apesar do cessar-fogo em vigor há onze dias.
“Nenhuma nação jamais pagou um preço tão alto para se tornar europeia”, afirmou Poroshenko ao Parlamento, em referência ao conflito sangrento que atingiu a Ucrânia desde que seu antecessor, Viktor Yanukovich, rejeitou um pacto com a UE em novembro passado e favoreceu laços mais estreitos com a Rússia.
Prédio é incendiado após bombardeios em Donetsk, nesta quarta (17) (Foto: Darko Vojinovic/AP)
Poucos momentos antes, em uma sessão fechada do Parlamento, os deputados votaram a favor do plano de Poroshenko para conceder “status especial” às "repúblicas populares" proclamadas pelos separatistas.
Poroshenko elaborou o plano depois de concordar com relutância com um cessar-fogo a partir de 5 de setembro naesteira de perdas no campo de batalha e de grandes baixas ucranianas, que Kiev afirma terem sido causadas pelo envolvimento de soldados russos nos combates em nome dos rebeldes.
A nova lei irá garantir a auto-determinação das áreas com inclinação separatista durante um período de três anos e lhes permitirá “fortalecer e aprofundar” as relações com regiões russas vizinhas.
Além disso, permitirá aos rebeldes fortemente armados que criem suas próprias polícias e realizem eleições locais em dezembro.
Outra lei vista como crucial ofereceu anistia aos separatistas que vêm combatendo as forças do governo – mas não para os envolvidos na derrubada do avião de passageiros malaio em 17 de julho ou para pessoas que participam pura e simplesmente de atos criminosos.
“Estas leis são uma tentativa de criar uma oportunidade para o apaziguamento gradual da crise em Donbass (região ucraniana que inclui a cidade de Donetsk, tomada pelos rebeldes)", disse o analista político Volodymyr Fesenko.
“É preciso que se entenda que outras variáveis para o desenvolvimento dos eventos estão congelando o conflito, no qual a Ucrânia pode perder toda Donbass e possivelmente ainda mais”.
Obstáculos
Mas o anúncio logo atraiu críticas das duas partes. O líder rebelde Andrei Purgin declarou à Reuters em Donetsk: “A parte essencial do documento que prevê nossa permanência política no território ucraniano, naturalmente, não é aceitável”.
“Insistiremos que quaisquer uniões políticas com a Ucrânia não são possíveis no momento por princípio”, acrescentou Purgin.
Oleh Tyahnibok, líder do partido nacionalista Svoboda (Liberdade), declarou antes da sessão de votação que considera “absolutamente errado votar pela capitulação depois de todas as perdas. Precisamos de paz, e não de uma trégua – mas não a qualquer preço”.
Incidentes envolvendo disparos de morteiro dentro e nos arredores de Donetsk continuaram a desafiar o cessar-fogo, entretanto, e reclamaram novas vítimas.
"Os terroristas e as forças russas intensificaram o bombardeio de posições da ‘operação anti-terrorista’”, disse o porta-voz militar ucraniano, Andriy Lysenko. Mais três soldados de seu país foram mortos de segunda para terça-feira, informou ele a jornalistas.
O acordo de associação e comércio com a UE, cuja ratificação foi sincronizada com a aprovação do Parlamento Europeu em Estrasburgo, obteve o apoio unânime dos 355 deputados presentes.
Na sexta-feira passada, a União Europeia e a Ucrânia concordaram em adiar a implementação do acordo de livre comércio até o final do ano que vem, uma concessão à Rússia a despeito das novas sanções europeias e norte-americanas a Moscou.
Referindo-se ao intervalo para a acomodação, Poroshenko afirmou ao Parlamento: "A economia nacional tem um ano e meio para se tornar competitiva e se preparar para a concorrência com os mercados europeus”. matéria G1
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os separatistas no leste do país, apoiados pelos russos."A Rússia não vai nos deixar em paz, por isso estou pedindo ao ministro da Defesa que esteja em plena prontidão para a batalha", disse Arseny Yatseniuk em comentários que mantêm a atitude beligerante que ele vem adotando em relação às negociações com rebeldes separatistas no leste da Ucrânia.
Pôr em prática o plano de paz do presidente Petro Poroshenko não significa que os "ministérios da Defesa e do Interior relaxem no trabalho", disse ele. "Total prontidão. Nós não podemos acreditar em ninguém, especialmente os russos."
Acordos
A Ucrânia ratificou nesta terça-feira um acordo abrangente com a União Europeia, tema no cerne da crise entre a Rússia e o Ocidente sobre o futuro ucraniano, e buscou conter o impulso separatista dos rebeldes apoiados por Moscou acenando com uma autonomia temporária e limitada.
Mas, embora o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, tenha saboreado uma vitória histórica com a aprovação parlamentar ao acordo com a UE, seus esforços de pacificação atraíram o desprezo dos separatistas e de alguns políticos de destaque, e as Forças Armadas relataram mais três mortes de soldados ucranianos apesar do cessar-fogo em vigor há onze dias.
“Nenhuma nação jamais pagou um preço tão alto para se tornar europeia”, afirmou Poroshenko ao Parlamento, em referência ao conflito sangrento que atingiu a Ucrânia desde que seu antecessor, Viktor Yanukovich, rejeitou um pacto com a UE em novembro passado e favoreceu laços mais estreitos com a Rússia.
Prédio é incendiado após bombardeios em Donetsk, nesta quarta (17) (Foto: Darko Vojinovic/AP)Poroshenko elaborou o plano depois de concordar com relutância com um cessar-fogo a partir de 5 de setembro na
A nova lei irá garantir a auto-determinação das áreas com inclinação separatista durante um período de três anos e lhes permitirá “fortalecer e aprofundar” as relações com regiões russas vizinhas.
Além disso, permitirá aos rebeldes fortemente armados que criem suas próprias polícias e realizem eleições locais em dezembro.
Outra lei vista como crucial ofereceu anistia aos separatistas que vêm combatendo as forças do governo – mas não para os envolvidos na derrubada do avião de passageiros malaio em 17 de julho ou para pessoas que participam pura e simplesmente de atos criminosos.
“Estas leis são uma tentativa de criar uma oportunidade para o apaziguamento gradual da crise em Donbass (região ucraniana que inclui a cidade de Donetsk, tomada pelos rebeldes)", disse o analista político Volodymyr Fesenko.
“É preciso que se entenda que outras variáveis para o desenvolvimento dos eventos estão congelando o conflito, no qual a Ucrânia pode perder toda Donbass e possivelmente ainda mais”.
Obstáculos
Mas o anúncio logo atraiu críticas das duas partes. O líder rebelde Andrei Purgin declarou à Reuters em Donetsk: “A parte essencial do documento que prevê nossa permanência política no território ucraniano, naturalmente, não é aceitável”.
“Insistiremos que quaisquer uniões políticas com a Ucrânia não são possíveis no momento por princípio”, acrescentou Purgin.
Oleh Tyahnibok, líder do partido nacionalista Svoboda (Liberdade), declarou antes da sessão de votação que considera “absolutamente errado votar pela capitulação depois de todas as perdas. Precisamos de paz, e não de uma trégua – mas não a qualquer preço”.
Incidentes envolvendo disparos de morteiro dentro e nos arredores de Donetsk continuaram a desafiar o cessar-fogo, entretanto, e reclamaram novas vítimas.
"Os terroristas e as forças russas intensificaram o bombardeio de posições da ‘operação anti-terrorista’”, disse o porta-voz militar ucraniano, Andriy Lysenko. Mais três soldados de seu país foram mortos de segunda para terça-feira, informou ele a jornalistas.
O acordo de associação e comércio com a UE, cuja ratificação foi sincronizada com a aprovação do Parlamento Europeu em Estrasburgo, obteve o apoio unânime dos 355 deputados presentes.
Na sexta-feira passada, a União Europeia e a Ucrânia concordaram em adiar a implementação do acordo de livre comércio até o final do ano que vem, uma concessão à Rússia a despeito das novas sanções europeias e norte-americanas a Moscou.
Referindo-se ao intervalo para a acomodação, Poroshenko afirmou ao Parlamento: "A economia nacional tem um ano e meio para se tornar competitiva e se preparar para a concorrência com os mercados europeus”. matéria G1
Ibope para presidente por religião, renda, região, escolaridade e faixa etária Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (16) mostra Dilma Rousseff (PT)
ReligiãoSegundo a pesquisa, Aécio passou de 16% para 20% entre os católicos, e Marina, de 31% para 26% nessa faixa do eleitorado. Entre os que se declaram evangélicos, Dilma foi de 32% para 27%.
RendaO Ibope mostra que, entre os eleitores com renda familiar de até um salário mínimo, Dilma tem 46%. Antes, tinha 49%. Entre os que ganham de dois a cinco salários, Marina passou de 35% para 31%. Aécio tinha 24% e foi para 28% entre os que ganham mais de cinco salários.
Região
Na região Sul, Marina passou de 40% para 26% das intenções de voto, e Aécio, de 17% para 23%. No Nordeste, Dilma aparece com 48%.
Na região Sul, Marina passou de 40% para 26% das intenções de voto, e Aécio, de 17% para 23%. No Nordeste, Dilma aparece com 48%.
Escolaridade
Dilma tem 43% das intenções de voto entre os eleitores com formação de 5ª a 8ª série, e 51% até a 4ª série. Marina tem 37% entre eleitores com ensino superior. Aécio passou de 14% para 19% entre os com ensino médio.

Faixa etária
Entre eleitores de 16 a 24 anos, Aécio passou de 15% para 20%, enquanto Marina foi de 37% para 34% e Dilma, de 33% para 30%. Dilma tem 40% entre eleitores de 45 a 54 anos.
materi G1A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S.Paulo". O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 204 municípios do país entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00657/2014.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Furacão Odile assola resorts no México e desaloja 20 mil Tempestade da categoria 4 é a mais forte a atingir a Baja California em mais de 40 anos


O furacão Odile, uma tempestade de nível 4, causou muito estrago no México. Vinte mil turistas foram levados a abrigos.
As ruas do estado da Baja California, importante balneário mexicano, foram alagadas e hotéis e residências foram destruídas.
As autoridades alertaram para o possível prosseguimento da destruição enquanto o furacão sobe em direção aos EUA
Luis Enrique elogia 'espetacular' Neymar e diz: 'Quero que melhore ainda mais'Luis Enrique não costuma se empolgar quando faz elogios a seus jogadores. Pelo menos, não publicamente. Mas, nesta terça-feira, o treinador abriu uma exceção...

Luis Enrique rendeu-se a Neymar depois dos gols diante do Athletic Bilbao
Luis Enrique não costuma se empolgar quando faz elogios a seus jogadores. Pelo menos, não publicamente. Mas, nesta terça-feira, o treinador abriu uma exceção. Na entrevista coletiva do pré-jogo contra o Apoel, adversário da estreia da Champions League, foram quatro perguntas sobre Neymar.E, nas respostas, o comandante do time catalão animou-se ao falar do brasileiro.
"Ele foi muito bem na temporada passada, é um jogador de qualidade, que tem faro de gol, desenvolve bem as jogadas ofensivas. Ele é espetacular, já foi bem na temporada passada e meu objetivo é que ele melhore ainda mais, que chegue à sua melhor versão. Se melhorar ainda mais, fantástico", afirmou o treinador.
Na partida contra o Athletic Bilbao, no sábado, o camisa 11 saiu do banco para, em 27 minutos, desequilibrar a partida com dois gols; ambos com assistência de Messi. Após a partida, Luis Enrique foi contido ao comentar a atuação do brasileiro; nesta terça, ele explicou a mudança de opinião.
"Normalmente, depois do jogo nós temos uma ideia, mas vemos a partida ao lado do campo e algumas coisas nos escapam. É claro que vocês valorizam a finalização, o chute a gol; mas eu valorizo outras coisas. E assistindo ao jogo depois, vi muitas outras coisas", disse o técnico.
Nesta temporada, Neymar e Messi têm atuado mais próximos, ao contrário do que acontecia em 2013/14. Para o treinador, isso é parte de uma das variáveis táticas que ele espera dar à equipe. "Queremos um time que possa mudar em função do jogo, das situações. Ter essas alternâncias no jeito de o time jogar é importante".
Ainda assim, apesar das duas assistências de sábado, Luis Enrique não acredita que Messi vá se tornar um jogador com menos gols e mais passes. "Ele continuará a fazer gols, muitos gols, disso tenho certeza. E continuará dando assistências, como sempre deu".
Na atual temporada, Messi já deu três assistências para Neymar - uma no Troféu Joan Gamper, contra o León, e duas no duelo de sábado, diante do Athletic; em toda a temporada 2013/14, o argentino não havia servido o brasileiro uma única vez.
Em pesquisa, Dilma tem 36%, Marina,27% e Aécio,15%

Com
queda de Marina, Dilma aparece mais forte na liderança pela presidência. Em um possível segundo turno, as duas aparecem empatadas. (Foto: Agência Brasil)
Em pesquisa realizada pelo Vox Populi e encomendada pela Rede Record, a candidata Dilma Rousseff (PT) aparece na liderança da corrida presidencial com 36% das intenções de voto. A candidata pelo PSB, Marina Silva, possui com 27% das intenções e Aécio Neves (PSDB) com 15%. Na última pesquisa Vox Populi, Marina tinha 28% das intenções de voto. Os outros dois candidatos mantiveram as mesmas porcentagens.
Brancos e nulos somam 8% e 12% não souberam indicar um candidato ou não quiseram responder. Os candidatos Luciana Genro (PSOL) e Pastor Everaldo (PSC) tiveram 1% das intenções de voto cada um. Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) tiveram menos de 1% das intenções.
O Vox Populi fez duas simulações de segundo turno. Em uma disputa entre a candidata Marina Silva e Dilma Rousseff, Marina teria 42% das intenções e Dilma, 41%, o que configura um empate técnico, devido à margem de erro do levantamento. Brancos e nulos somariam 11% e 6% seriam os indecisos. Em uma disputa entre Dilma e Áecio, a candidata do PT venceria com 47% das intenções contra 36% do candidato tucano. Os votos brancos ou nulos seriam 12% e os indecisos, 5%.
O Vox Populi também divulgou avaliação do governo. Os que avaliaram o governo como ótimo ou bom somaram 38%. Aqueles que avaliaram como regular somaram 39% e aqueles que avaliaram como ruim ou péssimo foram 23%. Os que não souberam ou não responderam totalizam 1%.
Foram feitas 2 mil entrevistas em 147 cidades. O levantamento foi feito no sábado (13) e domingo (14). A margem de erro é 2,2 pontos percentuais e o número de registro na Justiça Eleitoral é BR-00632/2014.
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