A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, disse nesta terça-feira (2) que é a favorável à aprovação da lei que criminaliza a homofobia. Ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no sindicato dos metalúrgicos do Grande ABC, ela afirmou que a medida não tem a ver com questões religiosas.— É uma questão que eu acredito que seja do Estado. Não é uma questão de governo. Não se pode construir uma das maiores democracias do mundo sem respeitar duas coisas: direitos humanos e civis.
O apoio à aprovação da lei foi uma das partes retiradas do programa de governo de Marina Silva (PSB), adversária da petista, um dia após a divulgação. Apesar de a ex-senadora afirmar que a mudança aconteceu após um erro de redação, ela foi acusada de ter cedido à pressão dos setores conservadores.Dilma disse, ainda, que o importante nessa questão é "discutir como é o processo de elaboração da lei".
Após a entrevista, a presidente subiu na sala onde acontecia a votação do plebiscito para a reforma política que está sendo organizado pelos movimentos sociais, mas os jornalistas foram proibidos de acompanhá-la. Em seguida, ela subiu em uma caminhonete ao lado de Lula e saiu para ato político no centro de São Bernardo.
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