sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Família quer reverter decisão de morte cerebral de menina de 13 anos Adolescente sofreu parada cardíaca durante cirurgia nos EUA.

Imagem de arquivo mostra Jahi McMath antes de realizar um procedimento que a deixou em estado vegetativo (Foto: Divulgação/Família McMath/AP)A família de uma menina americana de 13 anos, que foi declarara clinicamente morta há dez meses após complicações durante um procedimento hospitalar, pediu à Justiça dos Estados Unidos que declare a menina “viva”.

Chris Dolan, advogado que representa a família de Jahi McMath, apresentou nesta quinta-feira (2) a jornalistas um vídeo com supostas evidências de atividade cerebral. A apresentação foi em São Francisco.
De acordo com o jornal americano “Mercury News”, na gravação, Jahi move seus pés e mãos, aparentemente logo após receber comandos de sua mãe, Nailah Winkfield.

De acordo com Phillip DeFina, presidente de uma fundação internacional de pesquisa cerebral, a ação mostra que Jahi pode responder rapidamente a um comando e que isso “não é um golpe de sorte”.

O advogado mostrou ainda uma ressonância magnética que, supostamente, revelaria uma parte do cérebro ativa. Se a família conseguir convencer o Tribunal do Condado de Alameda a reverter a constatação de morte encefálica, o Estado pode ter que pagar os custos de manter a adolescente em um respirador artificial. “O hospital disse que ali há um cadáver. O nome dela é Jahi e ela está viva”, afirmou Dolan.

Entenda o caso
Foi a última reviravolta deste caso, que começou em 9 de dezembro, quando Jahi sofreu uma parada cardíaca durante uma cirurgia para remover suas amígdalas, além de tecidos do nariz e da garganta, realizado no Hospital de Crianças UCSF Benioff, em Oakland.

Dois testes indicaram nenhuma atividade cerebral e o tribunal declarou a morte cerebral três dias depois do ocorrido. Porém, a família de Jahi não aceitou a decisão e afirmou que a menina respondeu à voz de sua mãe.

No próximo dia 9, uma nova audiência sobre o caso está marcada. Os advogados do hospital afirmam que a família perdeu o prazo para contestar a decisão de morte em dezembro passado. matéria do G1

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.